A sardinha faz milagres
Bem assada e regadinha
Com bom vinho, com vontades
De a comermos bem fresquinha.
É um petisco apreciado
Por muitos no são João,
Com a tal pinga ao lado
A ver subir o balão.
Vivinha da nossa costa
É o pregão, com certeza
P´ra quem come e p´ra quem gosta
Não há como a portuguesa.
É a época mais lembrada
P´ra cheirar o manjerico,
Além da sardinha assada
Não falta lá o cabrito.
No Verão é saborosa
Desde manhã ao Sol -posto,
Fica mais apetitosa
Entre Junho e Agosto.
Como manda a tradição
Na zona de comes e bebes,
Onde muitos se refugiam
E se tornam mais alegres.
Tem o condão de agrupar
Amigos e foliões,
Quer à mesa ou a bailar
Em francas animações.
Pondo a crise de lado
O amanhã é outro dia,
Quando bem acompanhado
Mais apetite nos-cria.
Uma boa sardinhada
Torna a gente mais alegre
Não se pensa em mais nada
Nem na crise que nos persegue.
Para comer a sardinha
Antes de arrefecer,
Aparta-se a escama fina
Para nos satisfazer.
É tempo de diversão
E das marchas populares,
Do São Pedro e São João
Lá p´ra longe vão os azares.
Finda a romaria
Cumpre-se a tradição,
Come-se até ser dia
E com ele se deitam.
Alguns dos romeiros
Que ali vão petíscar,
Dormem dias inteiros
Para recuperar.
O co - autor:
Bernardo Cerqueira
Bem assada e regadinha
Com bom vinho, com vontades
De a comermos bem fresquinha.
É um petisco apreciado
Por muitos no são João,
Com a tal pinga ao lado
A ver subir o balão.
Vivinha da nossa costa
É o pregão, com certeza
P´ra quem come e p´ra quem gosta
Não há como a portuguesa.
É a época mais lembrada
P´ra cheirar o manjerico,
Além da sardinha assada
Não falta lá o cabrito.
No Verão é saborosa
Desde manhã ao Sol -posto,
Fica mais apetitosa
Entre Junho e Agosto.
Como manda a tradição
Na zona de comes e bebes,
Onde muitos se refugiam
E se tornam mais alegres.
Tem o condão de agrupar
Amigos e foliões,
Quer à mesa ou a bailar
Em francas animações.
Pondo a crise de lado
O amanhã é outro dia,
Quando bem acompanhado
Mais apetite nos-cria.
Uma boa sardinhada
Torna a gente mais alegre
Não se pensa em mais nada
Nem na crise que nos persegue.
Para comer a sardinha
Antes de arrefecer,
Aparta-se a escama fina
Para nos satisfazer.
É tempo de diversão
E das marchas populares,
Do São Pedro e São João
Lá p´ra longe vão os azares.
Finda a romaria
Cumpre-se a tradição,
Come-se até ser dia
E com ele se deitam.
Alguns dos romeiros
Que ali vão petíscar,
Dormem dias inteiros
Para recuperar.
O co - autor:
Bernardo Cerqueira

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