
Hoje a Tasquinha das Rimas
Na política volta a entrar,
Focando essas medidas,
Que as barrigas faz mingar.
Quase tudo sempre a subir,
Os vencimentos a desçer,
Cereais a contribuir
Por causa de não chover.
O pão vai voltar aumentar,
Não um nem dois por cento,
O dinheiro começa a faltar
Para o resto do orçamento.
Cresçe o IRS,
Engorda mais o IVA,
Na folha o aumento desaparece,
Mais a barriga se priva.
Aumentam-se as portagens
Para não fugir à regra,
Lucros, parece não dar a margem
E o Zé é quem se esfrega.
Gasolina, sobem, sobem,
Os lucros dados são poucos,
Milhões de veículos se movem,
A crise deixa-os loucos.
Por vezes paro pra ver
Alguma coisa cair,
Só quando está a chover,
Aí, não podem intervir.
Se tal podesse ser
Até as plantas sofriam,
Os peixes iriam morrer
Porque os Rios desapareciam.
Falando sobre a Saúde
Dos portuguêses em geral,
Governos com esta atitude,
Pensam, comer demais até faz mal.
Procuram manter em linha
A elegância dos contribuintes,
Evitam a obsidade a quem tinha,
Nas compras dos anos seguintes.
À umas décadas atrás,
Razão tinha aquela canção
Cantada pelo Célebre rapaz,
Não era a do Sebastião!...
Era a canção dos vampiros,
Do eles comem tudo,
Hoje levamos os tiros
E tudo parece estar surdo.
Na política volta a entrar,
Focando essas medidas,
Que as barrigas faz mingar.
Quase tudo sempre a subir,
Os vencimentos a desçer,
Cereais a contribuir
Por causa de não chover.
O pão vai voltar aumentar,
Não um nem dois por cento,
O dinheiro começa a faltar
Para o resto do orçamento.
Cresçe o IRS,
Engorda mais o IVA,
Na folha o aumento desaparece,
Mais a barriga se priva.
Aumentam-se as portagens
Para não fugir à regra,
Lucros, parece não dar a margem
E o Zé é quem se esfrega.
Gasolina, sobem, sobem,
Os lucros dados são poucos,
Milhões de veículos se movem,
A crise deixa-os loucos.
Por vezes paro pra ver
Alguma coisa cair,
Só quando está a chover,
Aí, não podem intervir.
Se tal podesse ser
Até as plantas sofriam,
Os peixes iriam morrer
Porque os Rios desapareciam.
Falando sobre a Saúde
Dos portuguêses em geral,
Governos com esta atitude,
Pensam, comer demais até faz mal.
Procuram manter em linha
A elegância dos contribuintes,
Evitam a obsidade a quem tinha,
Nas compras dos anos seguintes.
À umas décadas atrás,
Razão tinha aquela canção
Cantada pelo Célebre rapaz,
Não era a do Sebastião!...
Era a canção dos vampiros,
Do eles comem tudo,
Hoje levamos os tiros
E tudo parece estar surdo.
O autor:
Bernardo Cerqueira.

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